Israel tomou medidas para aumentar seu controle sobre a Cisjordânia ocupada, uma ação que desafia acordos internacionais e tem atraído críticas. Simultaneamente, o clima extremamente frio na cidade de Nova York resultou em 18 mortes, enquanto a União Europeia ordenou que a Meta permitisse que chatbots de IA rivais no WhatsApp. Além disso, um novo relatório adverte as empresas sobre a potencial extinção devido à perda da natureza, e um julgamento na Califórnia acusa empresas de mídia social de criar "máquinas de vício".
De acordo com o New York Times, o governo de Israel fez alterações que permitem que colonos judeus comprem terras mais facilmente e minem a Autoridade Palestina em partes da Cisjordânia que administra. Essas medidas, decididas durante uma reunião a portas fechadas do gabinete de segurança do primeiro-ministro Benjamin Netanyahu, são amplamente consideradas uma violação do direito internacional e parecem contradizer os acordos assinados no âmbito do processo de paz de Oslo.
Na cidade de Nova York, uma onda de frio prolongada levou a uma trágica perda de vidas. A cidade suportou 13 dias de temperaturas iguais ou inferiores a zero grau, uma das mais longas sequências de clima abaixo de zero em seis décadas, de acordo com a BBC World. O prefeito Zohran Mamdani afirmou que "cada vida perdida é uma tragédia" e que a cidade continuaria a apoiar as famílias afetadas.
A União Europeia tomou medidas contra a Meta, a empresa-mãe do WhatsApp, por bloquear chatbots de IA rivais de acessar o aplicativo de mensagens. A UE alega que a Meta está abusando de sua posição dominante, pois o WhatsApp é um "ponto de entrada importante" para que os chatbots de IA alcancem os usuários, de acordo com a BBC Technology. Um porta-voz da Meta respondeu que a UE "não tinha motivos" para intervir e havia presumido "incorretamente" que o WhatsApp Business era uma plataforma chave para o uso de chatbots.
Enquanto isso, um julgamento histórico na Califórnia começou, acusando Instagram e YouTube de criar "máquinas de vício". Advogados da autora, identificada como "K.G.M.", argumentaram que as plataformas de mídia social projetaram intencionalmente seus produtos para viciar crianças, conforme relatado pela BBC Business. Mark Lanier, advogado da autora, afirmou: "Essas empresas construíram máquinas projetadas para viciar os cérebros das crianças, e o fizeram de propósito."
Além disso, um importante relatório da Plataforma Intergovernamental de Política Científica sobre Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (Ipbes) adverte que as empresas enfrentam a extinção se não protegerem a natureza. O relatório, baseado em contribuições de cientistas líderes e aprovado por 150 governos, destaca a necessidade urgente de as empresas mudarem de práticas prejudiciais para aquelas que restauram o mundo natural, de acordo com a BBC Business. Especialistas estão pedindo ação urgente para restaurar os sistemas naturais que mantêm a economia funcionando.
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