Cinquenta e três pessoas estão mortas ou desaparecidas após o naufrágio de um barco de migrantes no Mar Mediterrâneo, ao largo da costa da Líbia, na sexta-feira, de acordo com a agência de migração da ONU, a Organização Internacional para as Migrações (OIM). Apenas dois sobreviventes foram resgatados do incidente ao norte de Zuwara, marcando a mais recente tragédia num ano que já viu centenas de migrantes e requerentes de asilo perecerem ao tentar atravessar a rota do Mediterrâneo central, conforme relatado pelo The Guardian.
Em outros desenvolvimentos internacionais, o presidente francês, Emmanuel Macron, instou a Europa a se afirmar no cenário mundial, alertando que o continente enfrenta um "toque de despertar" num mundo de desordem. Falando a um grupo de jornais europeus, Macron enfatizou a necessidade de a Europa agir como uma "potência" face às crescentes ameaças da China, Rússia e EUA. Ele questionou se a Europa estava pronta para se tornar uma potência em áreas como economia, finanças, defesa, segurança e sistemas democráticos, conforme relatado pela BBC World.
Enquanto isso, a União Europeia disse à Meta que violou suas regras ao bloquear os chatbots de empresas de IA rivais do WhatsApp e deve fazer mudanças "urgentes". A UE afirmou que o WhatsApp era um "ponto de entrada importante" para que os chatbots de IA alcançassem as pessoas e acusou a Meta de abusar de sua posição dominante. Um porta-voz da Meta respondeu que a UE "não tinha motivos" para intervir, alegando que a suposição de que o WhatsApp Business era uma forma fundamental de as pessoas usarem chatbots era "incorreta", de acordo com a BBC Technology.
No Japão, a primeira-ministra Sanae Takaichi garantiu uma vitória esmagadora numa eleição antecipada, com seu Partido Liberal Democrático (LDP) obtendo uma maioria decisiva de 316 dos 465 assentos. O foco agora se volta para saber se Takaichi pode enfrentar os desafios econômicos de longa data que o Japão enfrenta, incluindo crescimento lento, uma dívida pública massiva e uma força de trabalho envelhecida e em declínio, conforme detalhado pela BBC Business.
Finalmente, o governo do Reino Unido concedeu contratos a um número recorde de projetos de energias renováveis, incluindo 157 empreendimentos solares em toda a Inglaterra, Escócia e País de Gales. Espera-se que essa medida impulsione os objetivos de energia limpa do país, mas algumas comunidades locais expressaram oposição aos empreendimentos em larga escala, de acordo com a BBC Business. A usina solar de West Burton, planejada para a fronteira de Lincolnshire e Nottinghamshire, deverá se tornar a maior a ganhar um contrato governamental.
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