A Rússia tentou bloquear totalmente o WhatsApp, uma medida que a empresa-mãe do aplicativo de mensagens disse ter como objetivo impulsionar os usuários para um aplicativo de vigilância estatal. A ação, que ocorreu quando o governo russo apertou seu controle sobre a comunicação online, foi confirmada pelo WhatsApp na quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026.
De acordo com um porta-voz do WhatsApp, as ações das autoridades russas visavam levar os usuários a um aplicativo de mensagens apoiado pelo estado, o MAX. Este aplicativo é visto por críticos como uma ferramenta de vigilância. A BBC informou que o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, disse que a decisão de bloquear o WhatsApp foi tomada "devido à falta de vontade da Meta de cumprir as normas e a letra da lei russa". Peskov acrescentou que a Meta poderia retomar as operações se "cumprir a lei e entrar em diálogo".
A medida de bloquear o WhatsApp faz parte de um esforço mais amplo da Rússia para controlar a internet. O WhatsApp afirmou que tentar isolar mais de 100 milhões de pessoas da comunicação privada e segura é um "retrocesso" e poderia levar a menos segurança.
Em outras notícias, a Federal Aviation Administration (FAA) reabriu o espaço aéreo em torno do aeroporto de El Paso na quarta-feira, 11 de fevereiro, após um breve fechamento. O fechamento foi motivado por preocupações com drones de cartéis mexicanos. Durante anos, a FAA havia bloqueado ações contra drones rebeldes, citando temores de que contramedidas militares pudessem colocar em perigo aeronaves civis ou comerciais.
Enquanto isso, o ex-presidente Joe Biden estava programado para ser homenageado pelos democratas da Carolina do Sul no final do mês para marcar o sexto aniversário de sua vitória esmagadora nas primárias do estado Palmetto. Essa vitória impulsionou Biden à indicação presidencial democrata de 2020 e, posteriormente, à Casa Branca.
Finalmente, a Diretora de Inteligência Nacional, Tulsi Gabbard, anunciou que estava encerrando o trabalho de uma força-tarefa que buscava reformar a comunidade de inteligência dos EUA. A força-tarefa, que foi criada em abril, também foi encarregada de investigar maneiras de reduzir os gastos com inteligência e se os relatórios sobre tópicos de alto perfil deveriam ser desclassificados.
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