O Partido Nacionalista de Bangladesh (BNP) reivindicou a vitória na primeira eleição do país desde a revolta de 2024, enquanto em Bruxelas, os aliados da OTAN discutiram a necessidade de a Europa assumir um papel maior na sua própria defesa, e o México enviou ajuda a Cuba em meio a uma crise energética. Além disso, o líder norte-coreano Kim Jong Un deverá nomear sua filha como sua sucessora.
O BNP anunciou que garantiu assentos parlamentares suficientes para governar sozinho, de acordo com a unidade de mídia do partido, embora a Comissão Eleitoral ainda não tenha confirmado os resultados finais. Esta eleição foi a primeira realizada desde a revolta da Geração Z de 2024, conforme relatado pela Sky News.
Enquanto isso, em Bruxelas, os ministros da defesa da OTAN se reuniram, com a notável ausência do Secretário de Guerra dos EUA, Pete Hegseth. Um aliado comentou que Hegseth estava "perdendo uma boa festa", enquanto outros minimizaram a ausência. O ministro da defesa da Alemanha enfatizou a necessidade de os europeus assumirem um papel maior na sua própria defesa, afirmando: "Chegou a hora de os europeus assumirem cada vez mais passo a passo", conforme relatado pela Sky News. Elbridge Colby, o Subsecretário de Guerra dos EUA, ecoou esse sentimento, dizendo aos aliados europeus que eles devem assumir a liderança na defesa de si mesmos à medida que o mundo se torna mais militarizado, embora também tenha afirmado que os EUA não estavam abandonando seus aliados da OTAN. Colby também alertou sobre o potencial de ataques simultâneos em diferentes partes do globo.
Em outros desenvolvimentos internacionais, o México enviou dois navios da Marinha transportando ajuda humanitária para Cuba, que enfrenta uma crise energética. A ajuda chegou duas semanas depois que o presidente dos EUA, Donald Trump, ameaçou tarifas sobre qualquer país que vendesse ou fornecesse petróleo a Cuba, levando a ilha a racionar energia, de acordo com a Euronews. Um navio transportava aproximadamente 536 toneladas de alimentos, incluindo leite, arroz e feijão.
Finalmente, o líder norte-coreano Kim Jong Un deverá nomear sua filha adolescente como sua sucessora, de acordo com chefes de espionagem. O anúncio pode ocorrer em um congresso do partido no final deste mês, a maior reunião política do país, que está sendo realizada após uma pausa de cinco anos. Kim parece estar tomando medidas para consolidar a posição de sua filha como sucessora, conforme relatado pela Sky News.
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