A Organização Mundial da Saúde (OMS) condenou um ensaio clínico de vacina financiado pelos EUA como antiético, citando sua decisão de reter uma vacina segura e potencialmente salvadora de vidas contra a hepatite B de recém-nascidos na Guiné-Bissau, África, de acordo com uma declaração formal divulgada na sexta-feira. O ensaio, que tem atraído críticas generalizadas desde que seu financiamento foi anunciado em dezembro, é considerado inconsistente com os princípios éticos e científicos estabelecidos, concluiu a OMS.
A avaliação da OMS, baseada em informações disponíveis publicamente, forneceu uma lista com marcadores dos motivos pelos quais o ensaio foi considerado prejudicial e de baixa qualidade, conforme relatado pela Ars Technica. A natureza controversa do ensaio gerou condenação de especialistas em saúde.
Enquanto isso, em outras notícias relacionadas à saúde, o Dr. Mehmet Oz, chefe dos Centros de Serviços de Medicare e Medicaid, está promovendo o uso de avatares de inteligência artificial como solução para a crise de saúde rural na América, de acordo com o Hacker News. Oz afirmou: "Não há dúvida - quer você queira ou não - a melhor maneira de ajudar algumas dessas comunidades será com avatares baseados em IA", em um evento focado em dependência e saúde mental.
Em desenvolvimentos relacionados, Jim O'Neill, o secretário de saúde adjunto dos EUA, que supervisiona um departamento com um orçamento superior a um trilhão de dólares, indicou que as diretrizes de vacinação ainda estão sujeitas a alterações, relatou a MIT Technology Review. O'Neill, que assinou o memorando de decisão sobre o novo calendário de vacinação dos EUA, também expressou seus planos de aumentar a expectativa de vida humana por meio de pesquisas focadas na longevidade apoiadas pela ARPA-H, uma agência federal dedicada à pesquisa biomédica. Após a publicação desta matéria, a Politico informou que O'Neill deixaria seus cargos atuais no Departamento de Saúde e Serviços Humanos.
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