WASHINGTON - O exército americano lançou uma série de ataques aéreos contra alvos do grupo Estado Islâmico na Síria, enquanto simultaneamente, o Secretário de Estado Marco Rubio retirou-se de uma reunião de alto nível sobre a Ucrânia, e cinco nações europeias acusaram o Kremlin de envenenar Alexei Navalny. Estes eventos ocorreram no sábado, 14 de fevereiro de 2026, de acordo com relatos de múltiplas fontes de notícias.
Os ataques dos EUA na Síria foram em retaliação a uma emboscada em dezembro que matou dois soldados americanos e um intérprete civil americano. O Comando Central dos EUA informou que aeronaves americanas realizaram 10 ataques contra mais de 30 alvos do EI entre 3 de fevereiro e quinta-feira, atingindo instalações de armazenamento de armas e outras infraestruturas, conforme relatado pela NPR Politics.
Enquanto isso, na Europa, cinco nações acusaram o Kremlin de envenenar o líder da oposição russa Alexei Navalny. De acordo com a Associated Press, essas nações afirmaram que Navalny foi envenenado com uma toxina rara e letal encontrada na pele de rãs-dardo venenosas.
Somando-se aos acontecimentos do dia, o Secretário de Estado Marco Rubio retirou-se de uma reunião de alto nível sobre a Ucrânia. Scott Simon, da NPR, conversou com Fiona Hill, pesquisadora sênior do Centro sobre os Estados Unidos e a Europa da Brookings Institution, sobre a estratégia da administração Trump para acabar com a guerra da Rússia com a Ucrânia. O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy disse na Conferência de Segurança de Munique que os EUA estão buscando concessões.
Em outras notícias, os EUA estão enfrentando desafios econômicos significativos. De acordo com a Fortune, o Congressional Budget Office projeta que a dívida pública atualmente está em US$ 31 trilhões e representa cerca de 100% do PIB. Até o ano fiscal de 2030, a dívida deverá exceder o recorde estabelecido após a Segunda Guerra Mundial, e então subir para 120% até 2036. Os custos anuais de juros da dívida devem mais do que dobrar em relação aos níveis atuais, chegando a US$ 2,1 trilhões até 2036.
Em saúde pública, Jim O'Neill, o vice-secretário de saúde dos EUA, que supervisionava um departamento com um orçamento de mais de um trilhão de dólares, planejava aumentar a expectativa de vida humana por meio de pesquisas focadas na longevidade apoiadas pela ARPA-H, uma agência federal dedicada à pesquisa biomédica, de acordo com a MIT Technology Review. No entanto, após a publicação da história, a Politico informou que O'Neill deixaria seus cargos atuais no Departamento de Saúde e Serviços Humanos.
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