O Secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, transmitiu uma mensagem de tranquilização aos aliados europeus na Conferência de Segurança de Munique no sábado, enquanto os militares dos EUA conduziam ataques aéreos contra alvos do Estado Islâmico na Síria e cinco nações europeias acusavam o Kremlin de envenenar o líder da oposição russa, Alexei Navalny.
O discurso de Rubio na conferência visava revitalizar a relação entre os EUA e a Europa, de acordo com a Time. Ele afirmou que os EUA e a Europa "pertencem juntos", uma mensagem vista como um gesto de boa vontade após uma aparição anterior antagonista do Vice-Presidente J.D. Vance. Rubio enfatizou a história compartilhada e o destino interligado das duas regiões, dizendo: "Queremos que a Europa seja forte."
Enquanto isso, os militares dos EUA relataram uma série de ataques contra alvos do grupo Estado Islâmico na Síria. De acordo com a NPR News, os ataques foram em retaliação a uma emboscada em dezembro que matou dois soldados americanos e um intérprete civil americano. O Comando Central dos EUA relatou a realização de 10 ataques contra mais de 30 alvos do EI entre 3 de fevereiro e quinta-feira, atingindo instalações de armazenamento de armas e outras infraestruturas.
Em um desenvolvimento separado, cinco países europeus acusaram o Kremlin de envenenar Alexei Navalny. O Reino Unido, França, Alemanha, Suécia e Holanda divulgaram uma declaração conjunta, conforme relatado pela Time, afirmando que Navalny foi envenenado com epibatidina, uma toxina rara e letal encontrada em rãs-dardo sul-americanas. A declaração indicou que a análise de amostras retiradas do corpo de Navalny confirmou a presença da toxina e que o governo russo era o provável culpado. A toxina não é encontrada naturalmente na Rússia, e não há "nenhuma explicação inocente para sua presença no corpo de Navalny", de acordo com a declaração.
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