O líder da oposição russa, Alexei Navalny, foi morto usando um veneno derivado de uma toxina de rã-dardo equatoriana, revelaram o Reino Unido e seus aliados no sábado, 14 de fevereiro de 2026. O anúncio, feito em uma conferência de segurança em Munique, acusou o Kremlin de realizar o ato "bárbaro", que utilizou uma neurotoxina classificada como arma química.
De acordo com a Sky News, a toxina, que é 200 vezes mais forte que a morfina, foi provavelmente fabricada em um laboratório. Os efeitos em humanos são mortais, fazendo com que as vítimas "sufocassem em agonia", conforme afirmou o ministro das Relações Exteriores da Alemanha. O momento do anúncio foi deliberado, projetado para chamar a atenção global e nomear os supostos perpetradores do assassinato.
O Estado russo tem um histórico de uso de venenos exóticos para assassinar seus oponentes, incluindo agentes nervosos e isótopos radioativos, conforme relatado pela Sky News. O Reino Unido e seus aliados acreditam que apenas o Kremlin de Putin poderia estar por trás da morte de Navalny.
Em outras notícias, o primeiro-ministro húngaro, Viktor Orbán, afirmou que seu país deveria temer mais a União Europeia do que a Rússia. Falando em seu discurso anual sobre o estado da nação no sábado, Orbán prometeu afastar a influência estrangeira, prometendo remover a "maquinaria opressiva" da UE antes das próximas eleições parlamentares. De acordo com a Al Jazeera, o partido de oposição Tisza atualmente detém uma vantagem de 8 a 12 pontos percentuais sobre o partido Fidesz, no poder, de Orbán, com eleições marcadas para oito semanas.
Também na sexta-feira, 14 de fevereiro de 2026, vários grandes resorts de esqui foram forçados a fechar em todos os Alpes devido ao aumento dos níveis de risco de avalanches. Equipes de emergência intencionalmente desencadearam uma avalanche perto de um resort de esqui em Chamonix como precaução de segurança. Três esquiadores foram mortos nos Alpes franceses após uma avalanche.
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