Assaltantes mataram pelo menos 32 pessoas em uma série de ataques a aldeias no noroeste da Nigéria, enquanto um deportado venezuelano está prestes a retornar aos EUA, mas teme reviver seu sofrimento, e um pesquisador de segurança de IA pediu demissão com o aviso de que o "mundo está em perigo". Esses eventos, juntamente com uma sobrevivente de estupro francesa que se manifesta e a nova tecnologia que ajuda os sobreviventes de derrame, destacam os diversos desafios e triunfos de indivíduos em todo o mundo.
Assaltantes armados em motocicletas invadiram três aldeias no noroeste da Nigéria, matando pelo menos 32 pessoas e incendiando casas e lojas, de acordo com moradores que escaparam da violência, conforme relatado pelo The Guardian. Os ataques ocorreram em meio à insegurança contínua na região, pressionando o governo a restaurar a estabilidade.
Em outras notícias, Luis Muñoz Pinto, um venezuelano deportado de 27 anos, pode retornar aos Estados Unidos após uma decisão de um juiz federal dos EUA. No entanto, ele expressou medo de reviver seu sofrimento passado, tendo sido enviado a uma notória prisão em El Salvador pelo governo Trump. "Ainda não superei esse pesadelo", afirmou, conforme relatado pelo The Guardian. Ele espera limpar seu nome.
Enquanto isso, na França, Gisèle Pelicot, a mulher no centro do maior julgamento de estupro da França, compartilhou sua experiência com a BBC. Ela descreveu sentir-se "esmagada pelo horror" ao descobrir que seu marido a havia drogado e estuprado repetidamente. "Foi como um tsunami", disse ela, refletindo sobre o momento em que percebeu a extensão dos crimes de seu marido. Ela está se preparando para lançar uma memória, "Um Hino à Vida".
No campo da tecnologia, um pesquisador de segurança de IA da Anthropic, Mrinank Sharma, renunciou com um aviso severo de que o "mundo está em perigo", conforme relatado pela BBC. Ele citou preocupações sobre IA, armas biológicas e o estado do mundo como suas razões para sair. Sharma planeja seguir a escrita e a poesia e voltar para o Reino Unido. Isso ocorre depois que um pesquisador da OpenAI também renunciou, citando preocupações sobre a decisão da empresa de implantar anúncios em seu chatbot.
Em uma nota mais positiva, os sobreviventes de derrame estão testando uma nova tecnologia "em casa" projetada para ajudá-los a recuperar os movimentos. Amanda James-Hammett, que sofreu um derrame aos 37 anos, compartilhou sua experiência com a BBC, dizendo: "É sobre liberdade. Deu-me minha liberdade de volta." A tecnologia está sendo testada em 19 locais do NHS.
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