Quatro astronautas chegaram à Estação Espacial Internacional no sábado, 14 de fevereiro de 2026, enquanto os militares dos EUA conduziam ataques aéreos contra alvos do Estado Islâmico na Síria, e cinco nações europeias acusavam o Kremlin de envenenar Alexei Navalny. Esses eventos se desenrolaram em meio a operações militares em andamento no Caribe e um cenário complexo de política científica sob a administração Trump.
A missão SpaceX Crew-12, transportando os astronautas Jessica Meir e Jack Hathaway da NASA, juntamente com Sophie Adenot, da França, e Andrei Fedyaev, da Rússia, acoplou-se à ISS na tarde de sábado, de acordo com a NPR News. A tripulação decolou de Cabo Canaveral, na Flórida, antes do amanhecer de sexta-feira. Esta missão se soma à presença contínua de colaboração internacional na exploração espacial.
Simultaneamente, os militares dos EUA relataram uma série de ataques contra alvos do grupo Estado Islâmico na Síria. De acordo com a Associated Press, os ataques foram em retaliação a uma emboscada em dezembro que matou dois soldados americanos e um intérprete civil americano. O Comando Central dos EUA afirmou que aeronaves americanas conduziram dez ataques contra mais de trinta alvos do EI entre 3 de fevereiro e quinta-feira, atingindo instalações de armazenamento de armas e outras infraestruturas.
Na Europa, cinco nações acusaram o Kremlin de envenenar o líder da oposição russa Alexei Navalny. Os ministérios das Relações Exteriores do Reino Unido, França e Alemanha estavam entre aqueles que fizeram a acusação, afirmando que Navalny foi envenenado com uma toxina rara e letal, de acordo com a Associated Press.
Enquanto isso, a agenda científica da administração Trump estava sob escrutínio. A Vox informou que a política científica da administração foi moldada não apenas por ideólogos anti-ciência, mas também por uma coalizão de atores.
Somando-se à complexidade da situação global, as operações militares no Caribe, destinadas a capturar o presidente venezuelano Nicolas Maduro, incorreram em custos significativos. A Fortune informou que a concentração militar, incluindo a implantação de navios e aeronaves, atingiu milhões de dólares diariamente. A implantação imobilizou ativos críticos e adicionou aos gastos de defesa existentes, sem um fundo de contingência disponível para operações inesperadas.
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