O Reino Unido e seus aliados anunciaram que o líder da oposição russa, Alexei Navalny, foi morto usando um veneno derivado de uma toxina de rã-dardo equatoriana, uma neurotoxina classificada como arma química, de acordo com a Sky News. O anúncio, feito em uma conferência de segurança em Munique, foi deliberadamente cronometrado para chamar a atenção global, relatou a emissora. Navalny morreu na prisão na Rússia, e o Reino Unido e seus aliados acreditam que o veneno foi administrado pelo Kremlin.
O veneno, que é 200 vezes mais forte que a morfina, fez com que as vítimas sufocassem em agonia, de acordo com o ministro das Relações Exteriores da Alemanha, conforme relatado pela Sky News. A toxina provavelmente foi fabricada em um laboratório, em vez de ser retirada diretamente das rãs, entende a Sky News. O estado russo tem um histórico de uso de venenos exóticos para assassinar seus oponentes, incluindo agentes nervosos e isótopos radioativos, observou a emissora.
O momento do anúncio foi estratégico, pois nomear os supostos perpetradores de tal assassinato é uma forma de arma de informação, de acordo com a Sky News. O Reino Unido e seus aliados escolheram a conferência de segurança de Munique para fazer a acusação.
Em outras notícias, o ex-presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou que a mudança de regime no Irã "seria a melhor coisa que poderia acontecer" enquanto os EUA implantavam um segundo porta-aviões no Oriente Médio, de acordo com a Sky News. Trump fez os comentários depois de visitar tropas em Fort Bragg, na Carolina do Norte.
Além disso, quatro novos astronautas chegaram à Estação Espacial Internacional para substituir uma tripulação que retornou à Terra mais cedo devido a problemas de saúde, informou a Sky News. Os recém-chegados se juntaram aos três membros da tripulação já a bordo da estação espacial.
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