O governador de Illinois, JB Pritzker, tem desafiado agressivamente a administração Trump, enquanto o presidente Trump enfrenta desafios crescentes, incluindo o escrutínio de operações militares dispendiosas e uma controvérsia provocada por um vídeo racista. Pritzker assinou leis para limitar as operações do ICE, enquanto a "Operação Resolução Absoluta" dos militares dos EUA na Venezuela, que envolveu uma incursão e uma concentração no Caribe, está sob escrutínio por seus custos significativos.
De acordo com a Vox, Pritzker adotou uma posição firme contra a administração Trump, assinando leis para limitar as operações do ICE em Illinois. Ele também criou a Comissão de Responsabilidade de Illinois, composta por juízes federais aposentados, e processou o governo federal.
Enquanto isso, a administração do presidente Trump enfrenta múltiplos desafios. A operação militar dos EUA na Venezuela, com o objetivo de capturar o presidente Nicolas Maduro, incorreu em custos significativos. A Fortune relatou que a operação, apelidada de "Operação Resolução Absoluta", envolveu uma incursão rápida com forças especiais, mas a presença militar mais ampla no Caribe, incluindo a implantação de numerosos navios e aeronaves, incorreu em custos significativos, potencialmente excedendo US$ 20 milhões diariamente em seu pico. Apesar das alegações de que a operação não custou extra, especialistas destacam a falta de um fundo de contingência e as despesas adicionais associadas às operações de combate. O USS Gerald R. Ford foi posteriormente realocado para o Oriente Médio.
As ações de Trump também atraíram críticas. O ex-presidente Obama respondeu a um vídeo racista postado por Donald Trump, provocando controvérsia, de acordo com um artigo de múltiplas fontes da Vox.
Além dessas questões, Trump enfrenta outros desafios. De acordo com a Vox, Trump ainda não transformou a América em um pesadelo autoritário puro e sem cortes, mas não por falta de tentativa. Outro artigo da Vox observou que a campanha militar mais extensa do segundo mandato do presidente Donald Trump foi o bombardeio dos EUA na Somália, com mais de 100 ataques no ano passado.
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