As diferenças salariais entre gêneros, as crises humanitárias e as posições financeiras internacionais dominaram as manchetes em 15 de fevereiro de 2026, com relatos de desenvolvimentos significativos em várias frentes globais. O Trades Union Congress (TUC) alertou que a diferença salarial entre gêneros no Reino Unido não seria eliminada até 2056, enquanto as Nações Unidas relataram uma devastadora perda de vidas no Sudão. Além disso, o Irã continuou seus esforços para ser removido de uma lista negra financeira global.
De acordo com o TUC, a diferença salarial entre gêneros, que mede a diferença nos salários pagos a homens e mulheres nas mesmas indústrias, deverá persistir por mais três décadas. Sua análise de dados salariais oficiais revelou uma disparidade de 12,8%, ou £2.548 por ano. A indústria de finanças e seguros exibiu a maior diferença, com 27,2%, enquanto o setor de serviços de lazer apresentou uma diferença muito menor, de 1,5%. Os empregadores com mais de 250 funcionários no Reino Unido são obrigados a relatar dados salariais.
No Sudão, a cidade de Al Fashir foi o local de um ataque horrível. A ONU relatou que mais de 6.000 pessoas foram mortas em apenas três dias, quando um grupo paramilitar sudanês assumiu o controle da cidade-chave em outubro passado. O Gabinete de Direitos Humanos da ONU afirmou que a ofensiva das Forças de Apoio Rápido (RSF) incluiu atrocidades generalizadas, podendo constituir crimes de guerra e crimes contra a humanidade. Vídeos que circulam online retratam combatentes da RSF cometendo atos de violência. Enquanto isso, na cidade de Dilling, a vida estava retornando cautelosamente após o exército sudanês romper um cerco de dois anos pelas RSF e pelo Movimento de Libertação do Povo Sudanês-Norte (SPLM-N). O cerco havia isolado a área, criando uma grave crise humanitária.
No cenário internacional, o Irã continuou seus esforços para ser removido da lista negra da Financial Action Task Force (FATF). Apesar de 20 anos de oposição interna, a Unidade de Inteligência Financeira do Ministério de Assuntos Econômicos do Irã afirmou que continuaria seus esforços para ser removido da lista. A FATF, um órgão de vigilância global sobre lavagem de dinheiro e financiamento do terrorismo, renovou sua inclusão do Irã na lista negra, de acordo com um relatório.
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