Mais de 6.000 pessoas foram mortas em um período de três dias durante um ataque de um grupo paramilitar sudanês na região de Darfur, no Sudão, no final de outubro, de acordo com as Nações Unidas, enquanto outros eventos internacionais, incluindo os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026, também estão fazendo manchetes. A ofensiva das Forças de Apoio Rápido (RSF) para capturar a cidade de el-Fasher incluiu atrocidades generalizadas que equivalem a crimes de guerra e possíveis crimes contra a humanidade, disse o Gabinete de Direitos Humanos da ONU.
As ações da RSF no Sudão representam uma "onda de violência intensa chocante em sua escala e brutalidade", de acordo com a Associated Press. Enquanto isso, os Jogos Olímpicos de Inverno de 2026 em Milão Cortina estão em andamento, com conquistas e contratempos atléticos sendo relatados. Além disso, a partida de críquete da Copa do Mundo T20 Índia-Paquistão está atraindo atenção.
Em outras notícias internacionais, o Japão viu recentemente uma vitória eleitoral recorde. A recém-eleita líder, a primeira mulher a liderar o Japão após décadas de governo de homens mais velhos, está ansiosa para revisar a constituição pacifista do país e reconstruir suas forças armadas. Ela favorece um governo grande e gastos públicos para impulsionar o crescimento e prefere controles de imigração rigorosos. Seu partido conquistou 316 das 465 cadeiras na câmara baixa do parlamento japonês, o maior total de cadeiras desde a criação do partido em 1955. O Japão tem lutado com estagnação e desilusão devido à deflação, estagnação salarial, declínio demográfico e perda de confiança no lugar do país no mundo.
A correspondente da NPR em Londres, Lauren Frayer, chegou a Londres após anos na Índia, onde estava "sempre ciente de ser uma ocidental branca em um país com um anglo-", de acordo com a NPR. Seu trabalho agora se concentra em cobrir a Grã-Bretanha com o legado do império em vista.
Finalmente, um estudo publicado no American Journal of Political Science examina a exposição espacial da migração laboral na Suíça, comparando os trabalhadores transfronteiriços e os residentes estrangeiros. O estudo utiliza dados de 2019 para analisar as percentagens de cada grupo a nível comunal.
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