Veículos de notícias ucranianos e internacionais relataram uma série de eventos significativos em 15 e 16 de fevereiro de 2026, incluindo a escalada do conflito na Ucrânia, a contínua crise humanitária em Gaza e desenvolvimentos políticos tanto na Ucrânia quanto no Irã.
Os combates se intensificaram na Ucrânia no domingo, 16 de fevereiro, com as forças russas lançando ataques em todo o país, de acordo com a Ukrinform. Os ataques feriram seis pessoas na região de Dnipropetrovsk, três na região de Sumy e duas em Zaporizhzhia. O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy afirmou que a Rússia lançou aproximadamente 1.300 drones, 1.200 bombas aéreas guiadas e dezenas de mísseis balísticos contra a Ucrânia.
Enquanto isso, em Gaza, ataques aéreos israelenses mataram pelo menos 11 pessoas, incluindo aquelas em um acampamento de tendas que abrigava famílias deslocadas, relataram autoridades locais à Sky News. As Forças de Defesa de Israel (IDF) alegaram que a ação foi em resposta a violações do cessar-fogo pelo Hamas. Um frágil cessar-fogo entre Israel e o Hamas está em vigor desde outubro, mas mais de 570 palestinos foram mortos desde então, de acordo com o ministério da saúde de Gaza, administrado pelo Hamas, conforme relatado pela Sky News.
A busca por entes queridos desaparecidos continuou em Gaza, com Hanaa al-Mabhuh procurando por seu filho desaparecido entre os corpos devolvidos por Israel no Hospital al-Shifa, conforme relatado pela Al Jazeera. A mãe foi vista enxugando as lágrimas, dividida entre o desejo de encontrar seu filho e o medo de que ele pudesse estar entre os mortos.
No Irã, a família de um manifestante foi forçada a pagar pela bala que o matou, de acordo com a Sky News. Nasrin descreveu os detalhes dolorosos da morte de seu sobrinho Hooman durante os recentes protestos em Lahijan. O homem de 37 anos havia dito a um amigo que, se não voltasse dos protestos, teria "morrido para que outros pudessem ser livres". Nasrin afirmou: "Eles tiveram que pagar pela bala que matou seu filho."
Em outras notícias, o ex-ministro da energia ucraniano Herman Halushchenko foi detido no domingo ao tentar cruzar a fronteira ucraniana, de acordo com um comunicado do Gabinete Nacional Anticorrupção da Ucrânia (NABU), conforme relatado pela Euronews. Halushchenko havia renunciado em novembro passado em meio a um escândalo de corrupção em larga escala no setor de energia do país. O NABU afirmou que a detenção ocorreu durante os procedimentos legais em andamento.
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