Mais de 6.000 pessoas foram mortas em um período de três dias durante um ataque das Forças de Apoio Rápido (RSF) na região de Darfur, no Sudão, no final de outubro, informou as Nações Unidas. A ofensiva em el-Fasher incluiu atrocidades generalizadas que podem constituir crimes de guerra e crimes contra a humanidade, de acordo com o Escritório de Direitos Humanos da ONU. Enquanto isso, as consequências dos arquivos de Jeffrey Epstein continuam a reverberar, com figuras europeias enfrentando consequências enquanto a resposta dos EUA permanece discreta.
O ataque da RSF a el-Fasher foi descrito como "chocante em sua escala e brutalidade", de acordo com a Associated Press. O relatório da ONU detalhou o impacto devastador da violência na região.
Na Europa, os arquivos de Epstein levaram a repercussões significativas. Peter Mandelson foi demitido de seu cargo de embaixador da Grã-Bretanha nos EUA e renunciou ao Partido Trabalhista do Reino Unido no início deste mês devido a ligações com Epstein, de acordo com a NPR. Membros da realeza europeia, funcionários do governo e políticos estão perdendo empregos e títulos, e agências de aplicação da lei estão abrindo investigações com base em descobertas recentes. Em contraste, os EUA têm visto uma resposta menos pronunciada às revelações.
Em outras notícias, uma sobrevivente do tráfico de Epstein compartilhou detalhes angustiantes de sua experiência. Ela relatou que seus recrutadores "riram" enquanto ela era agredida sexualmente, de acordo com a Sky News. A sobrevivente, que foi traficada da Cidade do Cabo para a ilha e rancho particulares de Epstein, descreveu a escravidão psicológica que manteve as vítimas presas por anos. "Correntes invisíveis é uma boa maneira de dizer, era como se eu estivesse algemada invisivelmente", disse ela.
Em outros desenvolvimentos, o FBI anunciou que o DNA recuperado de uma luva encontrada perto da casa da mãe da apresentadora do programa Today, Savannah Guthrie, parece corresponder a uma luva usada por um suspeito, de acordo com a Fortune. A luva foi descoberta em um campo a cerca de três quilômetros da casa em Tucson, onde Nancy Guthrie, 84 anos, foi vista pela última vez em 31 de janeiro. As autoridades aguardam a confirmação oficial dos resultados do DNA, enquanto a busca pela mãe de Guthrie entra em sua terceira semana.
Finalmente, a busca pelo esquivo Pé Grande continua a cativar alguns. Pesquisadores entrevistaram 130 caçadores de Pé Grande, relatou a Ars Technica. A imagem icônica da criatura, capturada no norte da Califórnia em 1967, continua a alimentar o debate sobre a existência da misteriosa espécie.
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