Com base em relatórios como o Relatório de Cibersegurança Ivantis 2026 e o Panorama de Segurança de Identidade CyberArk 2025, existe uma lacuna crescente entre as ameaças de ransomware e a preparação defensiva, especialmente no que diz respeito às identidades de máquinas e ao acesso privilegiado. Apesar da ameaça generalizada de ransomware, com uma disparidade significativa entre os níveis de ameaça percebidos e a prontidão defensiva, os playbooks de segurança críticos, como os da Gartner, frequentemente ignoram o papel crucial das identidades não humanas, como contas de serviço e chaves de API, na resposta a incidentes, deixando as organizações vulneráveis.
Com base em relatórios como o Relatório de Cibersegurança Ivantis 2026 e o Panorama de Segurança de Identidade CyberArk 2025, existe uma lacuna crescente entre as ameaças de ransomware e a preparação defensiva, especialmente no que diz respeito às identidades de máquinas e ao acesso privilegiado. Apesar da ameaça generalizada de ransomware, com uma disparidade significativa entre os níveis de ameaça percebidos e a prontidão defensiva, os playbooks de segurança críticos, como os da Gartner, frequentemente ignoram o papel crucial das identidades não humanas, como contas de serviço e chaves de API, na resposta a incidentes, deixando as organizações vulneráveis.
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