As arriscadas decisões de carreira de Cathinka Wahlstrom a impulsionaram de uma posição de longa data na Accenture ao alto escalão do Bank of New York (BNY), o banco mais antigo da América. Sua mudança, particularmente ao tornar pública uma empresa apoiada por private equity durante a pandemia, destaca um estilo de liderança que abraça a incerteza para o crescimento.
A trajetória de carreira de Wahlstrom envolveu deixar a Accenture após 26 anos, um ponto em que ela detinha influência significativa. Ela navegou por várias mudanças internacionais e, finalmente, aceitou o desafio de liderar uma empresa em um IPO em meio a uma crise global. Cada decisão ressaltou uma vontade de trocar a estabilidade por oportunidades para expandir sua experiência e impacto.
A jornada de Wahlstrom reflete uma tendência mais ampla no setor de serviços financeiros, onde os executivos estão cada vez mais dispostos a correr riscos calculados para alcançar o avanço na carreira. Sua mudança de uma empresa de consultoria para uma função de liderança no BNY demonstra o valor atribuído à experiência diversificada e à adaptabilidade no mercado em rápida evolução de hoje.
Wahlstrom ingressou inicialmente na Accenture quando era uma parceria focada em análise e atendimento ao cliente. À medida que a Accenture se transformou em uma empresa pública global, suas responsabilidades cresceram, abrangendo grandes relacionamentos com clientes e cargos de liderança. Essa base em expertise técnica e gestão de clientes a preparou para os desafios de liderar uma instituição financeira.
Olhando para o futuro, a experiência de Wahlstrom sugere que a disposição de abraçar a incerteza e buscar oportunidades de crescimento será crucial para o sucesso no setor de serviços financeiros. Sua liderança no BNY provavelmente se concentrará em alavancar sua experiência diversificada para impulsionar a inovação e enfrentar os desafios de um cenário de mercado em rápida mudança.
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