O Presidente Trump ameaçou invocar a Lei da Insurreição em Minnesota para conter os protestos em Minneapolis após o tiroteio de um imigrante por agentes de imigração na quarta-feira. A agitação no lado norte da cidade levou ao envio de aproximadamente 3.000 agentes federais de imigração para as Cidades Gêmeas, de acordo com Meg Anderson da NPR.
Os protestos eclodiram após um incidente em que um imigrante foi baleado na perna por agentes de imigração. As circunstâncias em torno do tiroteio permanecem sob investigação. A presença de um grande número de agentes federais inflamou ainda mais as tensões, com manifestações ocorrendo em frente a locais como o Edifício Federal Bishop Whipple.
A Lei da Insurreição permite que o Presidente mobilize os militares dentro dos Estados Unidos sob certas circunstâncias, incluindo a supressão de distúrbios civis. O potencial uso da força militar atraiu críticas de grupos de direitos civis e especialistas jurídicos, que argumentam que isso poderia agravar a situação e infringir os direitos constitucionais. "Invocar a Lei da Insurreição seria um passo drástico com sérias implicações para as liberdades civis", afirmou um representante da ACLU de Minnesota.
Separadamente, o Presidente Trump estaria desenvolvendo um novo plano de saúde. Os detalhes permanecem escassos, mas fontes sugerem que ele se concentrará em reformas baseadas no mercado e terá como objetivo reduzir os custos dos medicamentos prescritos. Os detalhes do plano, incluindo seu potencial impacto no acesso aos cuidados e na cobertura de seguro, ainda não estão claros. Especialistas em políticas de saúde estão acompanhando de perto a divulgação de mais detalhes. "Um plano de saúde abrangente precisa abordar a acessibilidade, o acesso e a qualidade dos cuidados", comentou a Dra. Emily Carter, economista da saúde da Universidade de Minnesota. "Resta saber se o plano do Presidente alcançará esses objetivos."
A situação em Minneapolis permanece tensa, com protestos contínuos e uma maior presença federal. O potencial de intervenção militar e a apresentação de um novo plano de saúde provavelmente moldarão ainda mais o cenário político nas próximas semanas. A Casa Branca ainda não divulgou um cronograma para a divulgação do plano de saúde.
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