A presença do presidente dos EUA, Donald Trump, no Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, está atraindo grande atenção, com discussões também focando em avanços na inteligência artificial. O discurso agendado de Trump ocorre em meio a preocupações sobre possíveis mudanças geopolíticas, incluindo a possibilidade de adquirir a Groenlândia e tensões dentro da aliança da OTAN, de acordo com Mat Honan, editor-chefe da MIT Technology Review.
Simultaneamente, a IA é um tópico dominante no fórum, observou Honan. A interseção da liderança global e da inovação tecnológica está criando uma dinâmica complexa no evento.
Em outros desenvolvimentos de IA, o governo do Reino Unido está investindo na criação de sistemas de IA capazes de conduzir experimentos científicos de forma autônoma. Várias startups e equipes de pesquisa universitárias estão desenvolvendo cientistas de IA, incluindo biólogos e químicos robôs, e receberam financiamento adicional da agência governamental do Reino Unido que apoia pesquisa e desenvolvimento de alto risco e alta recompensa. A competição foi criada pela AR.
Esses cientistas de IA são projetados para acelerar o ritmo da descoberta, automatizando o processo experimental. As implicações da pesquisa orientada por IA se estendem a vários campos, potencialmente revolucionando a descoberta de medicamentos, a ciência dos materiais e outras áreas. O investimento do governo do Reino Unido reflete um reconhecimento crescente do potencial da IA para transformar a pesquisa e o desenvolvimento científicos.
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