Jorge Rodríguez, chefe da Assembleia Nacional da Venezuela e irmão da vice-presidente interina Delcy Rodríguez, declarou na televisão estatal que "um número significativo" seria libertado imediatamente. Ele não especificou o número exato ou as identidades dos que seriam libertados.
O Ministério das Relações Exteriores da Espanha confirmou que cinco cidadãos espanhóis estavam entre os libertados. Rocío San Miguel, uma proeminente ativista de direitos venezuelana-espanhola, também foi libertada, conforme confirmado por sua família a veículos de comunicação dos EUA.
A libertação de presos políticos tem sido uma exigência de longa data dos EUA, particularmente durante períodos de maior repressão em torno de eleições ou protestos na Venezuela. Acredita-se que centenas de presos políticos estejam detidos no país.
A medida ocorre em meio a apelos contínuos, inclusive de manifestantes na Colômbia, pela libertação de presos políticos na Venezuela. O governo venezuelano ainda não forneceu mais detalhes sobre os critérios utilizados para selecionar os presos para libertação ou o número total de indivíduos que se espera que sejam libertados. A comunidade internacional está acompanhando de perto os desenvolvimentos e aguardando mais esclarecimentos das autoridades venezuelanas.
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